Ciclistas brasileiros lançam propostas para candidatos à presidência

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A bicicleta é um veículo com alto potencial de contribuição para a melhoria da mobilidade urbana, com a vantagem de ser limpa, saudável, econômica e democrática. Entretanto, estes benefícios, para poderem ser totalmente aproveitados pelos cidadãos e pelos planejadores urbanos, necessitam de políticas públicas eficientes, continuadas e estruturantes protagonizadas pelo governo federal.

A Carta Compromisso com a Mobilidade Ciclística contém propostas para os programas de governo das candidaturas, envolvendo diversos setores da administração pública – infraestrutura, economia, funcionalismo público, educação, saúde, erradicação da pobreza e participação social.

Além de obter a assinatura de todos os candidatos a presidente, a UCB pretende também ampliar e qualificar a discussão sobre mobilidade ciclística, aproveitando o momento em que grande parte da sociedade discute modelos de desenvolvimento para o país.

Para tanto, a Carta também acolhe apoios formais ¬de entidades da sociedade civil, empresariais e de trabalhadores, de candidatos aos cargos do poder legislativo e, sob a forma de abaixo-assinado, de todos os cidadãos interessados.

Todas as informações sobre a iniciativa, relação de candidatos que assinaram e de apoiadores estão disponíveis em www.uniaodeciclistas.org.br/eleicoes2014

 

Gambiarra: Pessoas, música e artesanato na rua

FEIRAEssa é a proposta da Feirinha da Gambiarra que vem ganhando espaço e admiradores em Aracaju. Em sua quinta edição, barraquinhas charmosas tomaram conta da Rua Riachuelo, entre a avenida Gonçalo Prado Rolemberg e a rua Lagarto, no bairro São José, chamaram atenção do público por oferecerem produtos artesanais, propostas de projetos sociais e uma programação musical diversificada.

A Associação Ciclo Urbano levou um bicicletário móvel para quem chegasse de bicicleta pudesse deixa-la em segurança, já que nosso time estava lá para guardá-la, falar sobre as iniciativas da Ciclo Urbano, distribuir material educativo e muita simpatia.

Mariana Matos que coordenou nossa presença no evento comentou “Nós sempre apoiaremos eventos cuja iniciativa é de ocupar as ruas com gente e cultura, onde geralmente um lugar como esse é ocupado por veículos.”

 Galeria de fotos

Pesquisa pública apontará locais para instalação de bicicletários em Aracaju

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Imagem ilustrativa

A ONG Ciclo Urbano realizará, até o dia 18 de julho, uma pesquisa online com o intuito de saber quais locais devem ser priorizados para a instalação de bicicletários públicos na cidade de Aracaju. A ação conta com o apoio Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT). O resultado final será utilizado como subsídio pelo órgão responsável pelo trânsito na capital sergipana para o planejamento e instalação de bicicletários em pontos da cidade. “Essa pesquisa será realizada da maneira mais democrática possível, obtendo informações daqueles que utilizam a bicicleta em seu cotidiano”, destaca Luciano Aranha, presidente da Ciclo Urbano.

 
Segundo o presidente Luciano Aranha, o objetivo da pesquisa é apontar as principais demandas em relação ao uso da bicicleta em Aracaju. “No entanto, este processo não irá definir os pontos exatos de cada bicicletário, mas apenas as regiões aproximadas que precisam ser atendidas pelos equipamentos públicos que futuramente serão instalados. A localização exata dos bicicletários será feita por uma equipe de planejamento por meio de levantamento de campo”, explica.
 
“Os locais devem permitir um equilíbrio entre a visibilidade do estacionamento e a sua integração ao ambiente urbano. Não devem ser colocado estacionamento sobre vias de pedestres, exceto se houver espaço suficiente para permitir a passagem dos lados do bicicletário. Em geral, recomenda-se deixar um espaço de dois metros de largura para os pedestres em todos os locais, dando-se ainda mais espaço quando o tráfego de pedestres for muito intenso”, detalha o representante da Ciclo Urbano.
 
Depois de estabelecida a localização específica de cada estação, o ponto será fotografado, detalhado e marcado com exatidão usando geoposicionamento. Estas coordenadas serão inseridas no “Mapa Cicloviário de Aracaju”, produzido pela Ciclo Urbano, a fim facilitar o deslocamento dos usuários de bicicleta.
 
Como participar
 
O prazo para participação é até o dia 18 de julho de 2014. A participação na consulta pública é aberta a qualquer pessoa. O formulário eletrônico ficará disponível no site da Ciclo Urbano. 
 
Entenda
 
Bicicletário é toda área explicitamente destinada ao estacionamento de bicicletas, a qual geralmente é dotada de suportes para a fixação das mesmas. Quando instalado em local público este deve respeitar as regras de uso e ocupação do solo urbano determinado pelo Código de Posturas do Município e pelo PDDUS. De acordo como o Código de Trânsito Brasileiro, Lei 9.503/97, bicicletário é o “local, na via ou fora dela, destinado ao estacionamento de bicicletas”.
 
Antes de realizar esta pesquisa pública, foram estabelecidos critérios para aprovar ou negar pedidos de instalação de bicicletários. Vamos citar alguns destes critérios:
 
1.     O estudo de fluxo é o primeiro passo para a instalação do bicicletário, pois ele determinará o sucesso ou fracasso do investimento;
2.     Para a realização do estudo é necessário saber a circulação de pessoas na região ou que usam o estabelecimento comercial;
3.     Para áreas públicas é necessário que exista contagem de ciclistas na região que será instalado o bicicletário;
4.     A quantidade de vagas deve ser estimada com 20% a mais do que a fluxo esperado;
5.     Em uma vaga para automóvel pode ser colocadas até 10 bicicletas;
6.     O bicicletário deve estar localizado ao longo da via principal de aproximação do edifício e ser claramente visível  ao longo desta linha de aproximação;
7.     Ele deve estar mais perto do que o estacionamento de carro;
8.     O bicicletário não deve ficar distante mais de 30 segundos de caminhada (40 metros) da entrada principal. Preferencialmente deve estar situado a menos de 15 metros;
 9.     Caso haja mais de uma entrada, deve-se instalar bicicletários de menor porte em cada uma das entradas em locais convenientes.

SMTT e Ciclo Urbano dialogam sobre criação de ciclorrotas em Aracaju

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Diretores e técnicos da SMTT, estiveram reunidos com representantes da ONG Ciclo Urbano para discutir a proposta de incentivo e criação de ciclorotas para os ciclistas da capital Foto: SMTT/AJU

Na manhã desta quarta-feira, 2, diretores e técnicos da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), órgão vinculado à Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania, estiveram reunidos com representantes da ONG Ciclo Urbano para discutir a proposta de incentivo e criação de ciclorrotas e sinalização de vias secundárias para o tráfego de ciclistas.

De acordo com a contagem manual realizada pela ONG, o número de ciclistas que circulam diariamente nos principais cruzamentos de Aracaju chega a quase 2 mil. O levantamento aponta que os ‘bicicleteiros’ vêm utilizando vias com grande fluxo de veículos maiores para se deslocarem. Por isso, a ideia é fazer um mapeamento de ruas mais residenciais que sejam utilizadas como ciclorrotas, estimulando os ciclistas a não trafegarem em grandes avenidas.
Essas áreas são chamadas de ‘zonas 30’ ou ‘zonas calmas’, onde há controle de tráfego através da redução da velocidade, como indica Waldson Costa, ativista do Ciclo Urbano. “É criar instrumentos que sejam taxativos, físicos, de sinalização… para que em áreas residenciais a velocidade máxima seja 30 km/h. Consequentemente, dá mais segurança ao pedestre, ao ciclista, à pessoa que não está utilizando um automóvel. São áreas de proteção, onde você pode colocar ciclovia, ciclofaixas, criar ciclorrotas…”, explicou.

Para o diretor de planejamento e sistemas da SMTT, Francisco Navarro, a integração e o diálogo com os diversos grupos da sociedade são importantes na tomada de decisões. “O Ciclo Urbano já tem sido parceiro nosso e a Prefeitura entende que a bicicleta é um modal viável para ser desenvolvido em Aracaju. E a SMTT também entende assim. O trabalho deles vai nos ajudar muito. Já temos um projeto para bicicletários que integrará com as ciclorrotas e fazer ligação com o Caju Bike também, e outros modais, como ônibus”, elucidou.

O projeto de ciclorrotas nas ‘zonas calmas’ é desenvolvido em cinco cidades brasileiras, Aracaju pode ser a 6ª. Além da redução da velocidade das vias secundárias, a ideia é a criação de linhas semelhantes as do transporte público, que indiquem aos ciclistas a localização das vias, outras rotas existentes, bicicletários e outras ferramentas comuns ao ciclismo.

 

Fonte: SMTT

ONG Ciclo Urbano realiza a Décima edição da Escola Bike Anjo e ultrapassa a participação de 100 aprendizes

Iolanda, saiu pedalando (Foto: Luciano Aranha/ Ciclo Urbano)

Iolanda, 51 anos, aprendeu a andar de bicicleta no Parque Augusto Franco, em Aracaju (Foto: Ciclo Urbano)

Nervosismo, entusiasmo e sorrisos são características presentes a cada edição da Escola Bike Anjo. Pessoas de diferentes idades chegaram ao Parque da Sementeira a partir das 14h40. Aos poucos foram se apresentando, encontrando um lugar, até que representantes voluntários da ONG Ciclo Urbano chegassem ao local e começassem a apresentar o projeto e a explicar a metodologia.

No último 18 de maio, contamos com a participação de 12 aprendizes e 8 Bike Anjos. Uma das aprendizes, Iolanda de 51 anos, falou que estava com muito medo de cair, só de olhar para ela, víamos o nervosismo. Meia hora depois não é que a vimos pedalando sozinha. Ao final, quando um dos “Anjos” perguntou sobre sua experiência, a mesma disse sorridente. “Achei muito bom e nem caí, quando é que posso vir de novo?”.

Escola Bike Anjo ajuda na socialização

Jacyane Lima irmã do Feliciano nos contou sobre os desafios enfrentados por seu irmão, ele tem deficiência intelectual e desde então foi tratado como uma pessoa incapaz. A partir do momento em que ele passou a morar em Aracaju, ela buscou inseri-lo em diversas atividades e a bicicleta é umas das maneiras que o ajudará na questão cognitiva, de equilíbrio e liberdade.

“É a segunda vez que o Feliciano tem a oportunidade de participar da Escola Bike Anjo. Na primeira vez ele ficou muito envergonhado e no último domingo o vi mais solto e feliz.”

Ilma Moreira, companheira de Jacyane também levou uma jovem chamada Carol. Carol é amiga de escola do Feliciano e também tem deficiência intelectual. Jacyane e Ilma estão aproveitando esse laço de amizade entre os dois e buscando formas para que se sintam capazes e independentes.

“Estamos gostando tanto de inseri-los em atividades físicas, que brevemente comprarei uma bicicleta para que eu faça parte da Escola Bike Anjo e através desse bonito trabalho voluntário promover a sensação de liberdade e capacidade nas pessoas”, palavras da Jacyane e Ilma.

Confira as fotos do X EBA Aracaju.

 

Caju Bike: estudos de ampliação do serviço conta com a participação de ONG e universidade particular

Ciclo Urbano

Representantes da SMTT, ONG Ciclo Urbano e UNIT, discutem a distribuição de novas estações caju bike. Foto: Luiz Oliva/Ciclo Urbano

Mais de seis mil viagens realizadas. Esse é o número de compartilhamentos registrado pelo sistema do Caju Bike, o serviço de aluguel compartilhado de bicicletas de Aracaju até o final desta matéria. Inaugurado no mês de março na capital sergipana pela Prefeitura, através da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) e patrocínio da empresa NET, o Caju Bike já funciona com 10 estações e inaugurará outras 10 até a primeira quinzena de junho.

E foi para definir os pontos para a instalação das próximas estações do serviço de aluguel compartilhado de bicicletas, que diretores da SMTT reuniram-se na manhã desta segunda-feira, 19, com representantes da ONG Associação Ciclo Urbano e da Universidade Tiradentes. Nessa etapa de ampliação do serviço também são avaliadas as indicações enviadas pelos engenheiros da empresa que desenvolveu o sistema, a Samba Transportes Sustentáveis.

Segundo o diretor de planejamento e sistemas da SMTT, Francisco Navarro, nas primeiras cinco estações distribuídas em Aracaju, na Orla de Atalaia, as bicicletas são mais utilizadas para o lazer e ainda estão sem ligação com as estações do Centro, que foram inauguradas há dez dias. Os locais foram escolhidos como forma de estímulo ao transporte alternativo e não somente como forma de lazer.

Sobre a colocação das novas estações, ele disse que precisam ser avaliadas a proximidade com as estações já existentes, o fluxo de ciclistas no local e a viabilidade de instalação. “Já temos estações no Centro, pensamos agora em integrar com as da Orla. A primeira opção são as praças, lugares onde há calçadas largas e em última instância são instaladas na rua. Uma equipe de engenharia da Serttel vem à cidade para verificar os locais mais adequados, com base nas informações que nós coletamos e fazem a instalação.”, explicou.

Mais bicicletas

O presidente da ONG Associação Ciclo Urbano, Luciano Aranha, acredita que as próximas estações devem ser colocadas em áreas mistas, onde existem residências e estabelecimentos comerciais, observando também o distanciamento entre elas. “Vemos a necessidade e a ânsia das pessoas em andar de bicicleta. Quando mais distante, menos pessoas utilizarão”.

Após um levantamento realizado pela ONG, a qual trabalha em parceria com a SMTT na implantação dessa nova etapa do Caju Bike, uma das áreas em que há maior trânsito de bicicletas é a avenida Augusto Franco, devido à ciclofaixa existente, e no bairro Siqueira Campos, onde o transporte de carga feito por bikes é bastante considerável.

Para o professor do curso de arquitetura e urbanismo na Unit, Marcos Sérgio Reis, “é importante para os estudantes conhecer o que está acontecendo para melhoria. O curso tem interesse em desenvolver esse tipo de trabalho”. O aluno do curso, Danilo Possera, contribuiu com ideias e disse que assim, “ajudamos a redistribuir algumas estações, fugindo do foco de apenas turistas para também trabalhadores”.

Caju Bike – Centro

Nos primeiros dez dias, o índice de utilização das bikes alocadas nas estações do Centro da cidade ultrapassa 50%, o que representa uma mudança no transporte do cidadão no dia-a-dia, levando em conta a área majoritariamente comercial. O projeto prevê uma distância de no máximo à 700 metros entre uma estação e outra para incentivar a prática do modal como alternativa às caminhadas ou transporte público em pequenos deslocamentos.

Desde a inauguração do projeto em Aracaju, no mês de março, já foram registradas mais de 6 mil viagens feitas com as bicicletas do Caju Bike. Com essa quantidade de trajetos, 215 toneladas de CO² deixaram de ser emitidas na atmosfera. Cada vez que um usuário retira a bicicleta da estação, ele está envolvido em uma solução de meio de transporte alternativo e sustentável, contribuindo para a preservação da natureza e da própria saúde.

Fonte: SMTT AJU

Décima edição da Escola Bike Anjo Aracaju

BIKE ANJO 18 de maio

Faça como a Ana Mel, enfermeira de 55 anos que realizou seu sonho de pedalar com os anjos a Escola Bike Anjo.

As inscrições estão disponíveis no link http://goo.gl/eq6NeD . Para saber se sua inscrição foi realizada com sucesso, nossa equipe do marketing entrará em contato validando sua inscrição.

Como funciona a seleção?

São 10 vagas: 5 para quem nunca participou de nenhuma edição da EBA e 5 vagas ao público que já participou de outras oficinas.

Até sexta-feira, 21 de fevereiro, nossa galera do marketing entrará em contato através de mensagem de texto informando os selecionados e em caso de desistência é importante nos dar retorno para que entremos em contato com outras pessoas para ocuparmos as 10 vagas.

Local : Parque da Sementeira, próximo ao tablado que acontece aulas de yoga.

Horário: 15h

DICA DOS ANJOS:

  • Caso você tenha sua bicicleta, leve-a, pois é importante aprender com a sua própria bike. Se não tiver, fique tranquilo! Não é obrigatório ter bicicleta, é apenas uma sugestão. Usaremos as bikes dos instrutores e/ou voluntários.
  • Recomendamos o uso de tênis e roupas leves para ficar mais confortável.
  • Durante o aprendizado hidrate-se.

Centro ganha novas estações do Caju Bike

Aracaju acaba de ganhar cinco novas estações do programa Caju Bike. Inaugurados na última sexta-feira (9), os novos pontos de aluguel oferecem, no total, 50 novas bicicletas na região do centro e São José. Esta é a segunda fase de expansão do projeto, que tem entre seus objetivos a melhoria da mobilidade urbana em Aracaju.

Caju Bike é um projeto de sustentabilidade da Prefeitura de Aracaju em parceria com o NET e o sistema de bicicletas Samba/Serttel. O sistema começou a operar em Aracaju, no dia 30 março, com as cinco primeiras estações na Orla de Atalaia e Coroa do Meio e já  acumula mais de 4.900 viagens realizadas.  A expansão completa prevê a instalação de mais 10 estações com cem novas “azulzinhas”.

O diretor de planejamento e sistemas da SMTT, Francisco Navarro, vê o sistema como um grande avanço para a cidade. “Não tenho dúvidas de que falar em melhoria da mobilidade urbana de Aracaju, é falar das bicicletas compartilhadas. Avançamos mais uma etapa. Saímos da região da Orla e avançamos para o centro da cidade com mais cinco estações. E esse é o nosso foco: temos que estimular o cidadão a utilizar a bicicleta não apenas como atividade de lazer, mas como meio de transporte propriamente dito. Estamos com dez estações e até o final de junho dobraremos esse número”, ressaltou.

As 10 primeiras estações  já estão em funcionamento das 6h às 22h. O ciclista pode usar as bicicletas quantas vezes quiser gratuitamente, desde que respeite as regras de utilização do programa (mediante pagamento mensal de R$ 10 ou diário de R$ 5), que preveem a devolução das bikes em qualquer estação a cada 60 minutos.

Confira a localização das novas estações no Centro e São José:

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 Mais informações sobre o Caju Bike no site www.cajubike.com, ou através do autoatendimento 4003 9891.

Dia 09 de maio é o Dia de ir De Bike ao Trabalho

debikeaotrabalho1O dia De Bike ao Trabalho em 2014 acontecerá no próximo dia 9 de maio, segunda Sexta-feira do mês, e é inspirado no Bike To Work Day, um evento anual realizado em várias partes do mundo para mostrar que a bicicleta é uma opção viável de transporte para o trabalho.

O movimento começou nos Estados Unidos, em 1956, organizado pela League of American Bicyclists. No Brasil este será o segundo ano de ação em âmbito nacional com a rede do Bike Anjo.

Nessa 2ª edição estão sendo realizados desafios semanais! 

Em cada desafio organizações, empresas, governos ou mesmo indivíduos poderão se engajar e fazer sua parte. E o mais legal que esses desafios ficam valendo mesmo após o dia 9.

Desafio De Bike ao Trabalho #1 – Missão Recicletas. Trata-se de dar a missão para as pessoas darem vida a uma bicicleta abandonada e levá-la de volta às ruas. Estamos com 10 cidades articuladas para fazer um mutirão de reforma e doação de bicicletas, dentre elas Aracaju, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, dentre outras. Em São Paulo o mutirão aconteceu durante um movimento de revitalização de uma praça no bairro de Pinheiros e teve 13 bicicletas recicladas.

Desafio de Bike ao Trabalho #2 – #CompartilhaRuaAe. O desafio foi baixar e imprimir uma cartilha simples para as pessoas distribuírem no trânsito com 5 dicas para motoristas e 5 para ciclistas. Pela inscrição temos um indicativo de que mais de 29 mil panfletos já foram espalhados pelo Brasil.

Desafio de Bike ao Trabalho #3 – Leve alguém de bike ao trabalho. Como o nome já diz, consiste em levar alguém para o trabalho de bicicleta, engajando mais pessoas a participarem dessa campanha, e como incentivo, cada um que fizer um vídeo ou foto desse acompanhamento e nos mandando o link, receberá um brinde do Bike Anjo.

Além dos desafios, até agora já foram cadastradas quase 30 atividades em 13 cidades de 10 Estados do país.  Aqui estão algumas delas:

Bike Anjo BH (Belo Horizonte/MG): Concurso fotográfico com o tema de Bike ao Trabalho; Café da manhã para ciclistas no dia 09/05; distribuição da cartilha de Bike ao Trabalho durante o dia 09/05; Pedal do Happy Hour no dia 09/05, encerrando em um bar com a entrega dos prêmios do concurso de fotos .

Pedal Pai D’égua (Belém/PA): Incentivar a população em geral a ir de Bike ao Trabalho no dia 09 de Maio. Dessa forma serão coordenados trajetos, saindo de Belém do Pará, passando pela cidade de Ananindeua e chegando a Marituba, que faz parte da região metropolitana. A saída será às 06:00. A volta será da mesma forma, saindo às 18:00.

Pedal Sonoro (Niterói/RJ): O Pedal Sonoro é uma atividade quinzenal que acontece em Niterói/RJ desde dezembro de 2013, tendo realizado 9 edições até então. O Pedal Sonoro ocupa, discute e resignifica o espaço urbano através de passeios de bicicletas com música temática, difundindo a cultura da bicicleta e contribuindo para a mobilidade urbana.

Bike Pinhais (Pinhais/PR): será promovido às quartas o Bike Night na cidade de Pinhais-PR para promover a prática do ciclismo tanto para esporte como meio de transporte.

Servidores do Senado Federal (Brasília/DF): Um grupo de servidores do Senado tem se mobilizado para pleitear junto à administração do órgão a disponibilização de infraestrutura de apoio aos ciclistas: bicicletário, vestiários, chuveiros, armários e atualização das normas de vestimentas para autorizar a circulação em determinadas áreas externas em roupas esportivas. Será realizado no dia 9/5 o 2º Bicicletaço do Senado, juntando os servidores para pedalar e mostrar que a bicicleta veio para ficar.

Ciclovida – Associação dos Ciclistas Urbanos de Fortaleza (Fortaleza/CE): Promoção: a foto “De Bike Ao Trabalho” mais curtida, com a hashtag #FortalezaDeBikeAoTrabalho, ganhará uma camiseta da Ciclovida. A noite tem Happy Hour de Bike a partir das 17h, no Bar do Mincharia, na Praia de Iracema.

Bike Anjo SP (São Paulo/ SP): No dia 09 de maio, haverá um café da manhã gratuito para todos os ciclistas que passarem pela Ciclovia da Faria Lima no cruzamento com a Avenida Rebouças das 7h às 10h. Além disso, haverá o Bike Check Up, para dar uma rápida revisada nas bikes de quem parar por lá para tomar um café. A partir das 19h haverá um Happy Hour dos ciclistas no espaço Las Magrelas + oGangorra – Rua Mourato Coelho, 1344 – Pinheiros.

Essas e outras iniciativas podem ser vistas em nosso Mapa.

No site, já são mais de 660 pessoas que aderiram a nossa campanha, que irá resultar em uma pesquisa sobre ir de bike ao trabalho. Além disso, é possível encontrar diversas cartilhas com dicas de como pedalar ao trabalho ou como organizar sua empresa, organização ou governo para promover o uso da bicicleta.

Parceiros: a iniciativa já conta com mais de 60 parceiros entre que estão ajudando na promoção da campanha em suas regiões e realizando ações. A lista de parceiros se encontra AQUI.

O dia De Bike ao Trabalho é uma oportunidade para realizar o máximo de atividades possível e ampliar a cultura da bicicleta dentro das organizações brasileiras e mostrar que a bicicleta é uma ferramenta para trazer mais qualidade de vida e motivação aos profissionais.

Serviço:

O que: De Bike Ao Trabalho 2014

Data: 09 de maio de 2014

Realização: Bike Anjo

Parcerias: mais de 60 parceiros por todo o Brasil

Saiba mais: debikeaotrabalho.org

Contato: imprensa@bikeanjo.com.br , contato@bikeanjo.com.br

Telefone: (11) 99680-6781

 

 

Potencializar o uso das bicicletas é a solução: Ciclo Urbano participa de workshop no Rio de Janeiro

workshop-a-promocao-da-mobilidade-por-bicicleta-no-brasilNos dias 28, 29 e 29 de abril de 2014 a ONG Ciclo Urbano participou do workshop “A Promoção da Mobilidade por Bicicleta no Brasil”. O evento foi realizado pela Transporte Ativo e aconteceu no Rio de Janeiro, onde estiveram reunidos outras entidades envolvidas com o uso e promoção da bicicleta como meio de transporte no país. O presidente da Ciclo Urbano, Luciano Aranha, foi quem representou o Estado de Sergipe. “O workshop foi muito proveitoso. É importante nos mantermos atualizado com o que acontece no Brasil para que possamos, a um só tempo, fazer a nossa parte a nível estadual”, registrou.

Workshop

Nesta segunda edição do workshop o foco foi administração, financiamentos e empreendedorismo, cuja finalidade foi encorajar organizações da sociedade civil voltadas à promoção do uso de bicicletas a desenvolverem uma relação colaborativa com governos e empresas locais, buscando uma melhoria nas relações de projetos ciclo-inclusivos que venham a surgir em suas regiões.

Simone Gallo, representante do Itaú, falou sobre experiência do banco como patrocinador de projetos de mobilidade. Compartilhou a experiência da instituição como patrocinador de iniciativas de mobilidade urbana, incluindo os critérios que as empresas utilizam para análise de projetos, conteúdo sugerido para apresentação de propostas e principais linhas de apoio existentes e algumas dicas de como “emplacar” um projeto.

Ana Cândida Gomes esclareceu sobre contabilidade de uma empresa. Ela abordou o tema “Contabilidade como Instrumento da Gestão e não apenas obrigação legal”. Luis Felipe Carvalho, coordenador do centro de empreendedorismo e inovação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, falou sobre a “Inovação Disruptiva e Mobilidade Urbana”. Ele fez uma explanação sobre o conceito de inovação disruptiva e o impacto potencial em soluções de mobilidade urbana.

Clarisse Link, diretora do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento Brasil, mestre em Políticas Sociais, ONGs e Desenvolvimento pela London School of Economics, trabalha no terceiro setor há 13 anos. Ela falou sobre o papel da sociedade civil no Brasil e sua relação com outros setores, explorou as formas de atuação e o fundamental papel do planejamento e a necessidade de articulação em rede. Também discutiu sobre o papel da comunicação e estratégias de captação de recursos como forma de fortalecimento institucional. O objetivo da palestra foi fortalecimento institucional das ONGs que promovem a bicicleta como modal sustentável das cidades brasileiras.

Para Renata Falzoni, ESPN/Brasil, arquiteta, jornalista, bike e videorreporter e idealizadora do Bike é Legal, “O Workshop serviu para dar uma desconstruída nos pensamentos padronizados do dia a dia e abertura para uma nova forma de ver e analisar “o mesmo”. Enfim, “abriu a cabeça” a novos ângulos de análise”.

No segundo dia do workshop, as organizações Transporte Ativo (Rio de janeiro), Ciclocidade (São Paulo), Bike Anjo, Ciclo Iguaçu (Curitiba) e Mobilicidade (Juiz de Fora) explanaram sobre como elas se organizam e funcionam. No final do dia as organizações BH em ciclo (Belo Horizonte), Ciclo Urbano (Aracaju) e Ciclo Iguaçu (Curitiba), fizeram apresentações de como está sendo realizado o Projeto de Ciclorrotas em suas respectivas cidades. Zé Lobo, presidente da Transporte Ativo, apresentou em detalhes de como foi o processo da criação das Ciclorrotas na área Central do Rio de Janeiro.

No terceiro e último dia do Workshop “A Promoção da Mobilidade por Bicicleta no Brasil”, um verdadeiro “bonde” de bicicletas verificou in loco a infraestrutura cicloviária do Centro e Zona Sul do Rio de Janeiro.

Para Luciano Aranha, a participação da Ciclo Urbano no Workshop foi uma obrigação institucional, pois eventos como esse se constituem em momentos de fundamental importância para o desenvolvimento das organizações. “Esse encontro aumentou o conhecimento dos participantes sobre administração, financiamentos e até mesmo em empreendedorismo, o que certamente vai acabar encorajando as organizações voltadas à promoção do uso de bicicletas a desenvolverem uma administração eficiente para melhor lidar com governos e empresas locais, dessa forma, nossa presença foi fundamental”, finalizou Aranha.

Prêmios

Nesta segunda edição a Transporte Ativo conferiu uma premiação a entidades que promovem o uso da bicicleta e esse ano os principais premiados foram:

Prêmio Ação Educativa e de Sensibilização:
Vencedor: Vá de Bike – São Paulo
Menção Honrosa: Bike Anjo – São Paulo
Menção Honrosa: Amigo Motô – Ameciclo – Recife

Prêmio Levantamento de Dados e Pesquisas:
Vencedor: Yuriê Batista – Avaliação da Ciclabilidade das Cidades Brasileiras
Menção Honrosa: Pedala Manaus – Primeira Contagem de Ciclistas de Manaus
Menção Honrosa: Ameciclo – Pesquisa Mobilidade por bicicleta no Recife

Prêmio Empreendimento:
Vencedor: Bicicletaria Cultural – Curitiba
Menção Honrosa: Public Propaganda e Marketing – Palmas Tocantins
Menção Honrosa: Las Magrelas + o Gangorra – São Paulo

Os vencedores foram avaliados de acordo com a sua capacidade de promover o uso da bicicleta, originalidade, criatividade e impacto. Quanto aos inscritos, foram 12 na categoria “Ação e Sensibilização”, quatro na categoria “Dados e Pesquisa” e nove na categoria “Empreendimento”.

 

 

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