Projeto Bike Blitz é destaque no concurso Mobilidade Minuto

logo-premio1Em maio de 2013, a ONG Ciclo Urbano colocava nas ruas um projeto chamado Bike Blitz. Pouco mais de um ano depois, esse trabalho rende uma homenagem que está repercutindo dentro e fora do País. Quem dá a boa nova é Luciano Aranha, presidente da associação. “Recebemos menção honrosa no concurso Mobilidade Minuto, promovido pelo Instituto Cidade em Movimento”, conta ele.

A ideia é movida pelo desejo de promover a cultura da bicicleta, dialogar com o ciclista urbano sobre os seus direitos e estimular a ocupação do espaço público por pessoas que pedalam nas regiões periféricas da cidade. Outra motivação é levar informações úteis sobre a manutenção da bicicleta, além de conhecer o real perfil do ciclista urbano da cidade. Com isso, a médio e longo prazo existirão ciclistas multiplicadores desse trabalho, o que levará à humanização da prática, explica Aranha.

Com essa missão, ele e demais voluntários associados da Ciclo Urbano realizam, periodicamente, abordagens individuais com ciclistas. Outro meio encontrado por eles para dialogar foi através da distribuição de panfletos informativos, adesivos e placas em PVC. Outra estratégia é oferecer água e ajudar na realização de manutenção básica para as bicicletas.

Esse importante trabalho acabou chamando a atenção do Instituto Cidade em Movimento. Com escritórios em Paris, Buenos Aires, Xangai e São Paulo, o grupo vem mobilizando especialistas na Europa, Américas e Ásia com o objetivo de contribuir para o surgimento de soluções inovadoras para a mobilidade urbana.

Dessa mobilização nasceu o Mobilidade Minuto, a fim de identificar e divulgar iniciativas da sociedade para a melhoria das condições de deslocamento nas cidades, em suas diversas dimensões: o transporte, a qualidade do espaço público, o uso das tecnologias, as novas formas de organização da sociedade civil e do trabalho, padrões de consumo mais sustentáveis, enfim, quaisquer ações que, de fato, transformem os padrões e a qualidade do ir e vir no espaço urbano das cidades.

Foi justamente esse o ponto de intercessão entre a Bike Blitz e o Instituto: ambos trabalham em prol da sustentabilidade nos transportes, da melhoria do meio ambiente urbano, da qualidade de vida e do uso equânime do espaço urbano. Essa convergência de ideais foi o ponto determinante na escolha do projeto para a condecoração de menção honrosa na edição desse ano do concurso. A notícia foi recebida com festa pelos membros da associação sergipana.

“Temos grande orgulho do Bike Blitz. Aproximadamente 70% das bicicletas que circulam pela cidade não estão adequadas às normas de segurança impostas pelo Código de Trânsito Brasileiro, a exemplo de freios e sinalização refletiva dianteira e traseira. Com isso, o projeto Bike Blitz pretende realizar gratuitamente manutenção básica com o conserto ou substituição do itens de segurança e proporcionar uma melhoria na segurança do ciclista e, consequentemente, a conscientização dos mesmos sobre a necessidade de manutenção e conservação da bicicleta”, destaca Luciano Aranha.

Resultado

Os vencedores foram anunciados durante a cerimônia de premiação, realizada nesse finzinho do mês de outubro, no site http://cidadeemmovimento.org/premio-mobilidade-minuto/, em comunicado direto aos vencedores e nos meios de comunicação de massa. Para conhecer os concorrentes, acesse http://www.cidadeemmovimento.org/premiomobilidademinuto/concorrentes.

II Fórum Sergipano da Bicicleta consagra ONG Ciclo Urbano como uma das mais atuantes associações cicloativistas do País


2fsbici 57De 16 a 19 de outubro, os olhos do cicloativismo nacional se voltaram para Aracaju. Isso porque a segunda edição do Fórum Sergipano da Bicicleta – 2fsbici – reuniu poder público, sociedade civil e iniciativa privada para discutir os atuais e futuros caminhos dos deslocamentos por bicicleta na cidade. O evento contou com uma vasta programação que envolveu a exibição de curtas metragens, palestras, debates, apresentação de trabalhos sobre a ciclomobilidade, passeio ciclístico e atividades culturais que deram um tom de confraternização, tanto pela constatação dos avanços já alcançados quanto pela esperança nas mudanças que estão por vir.

Chamando a atenção para a necessidade da criação de uma infraestrutura urbana que viabilize a mobilidade sustentável, assim como políticas públicas capazes de promover deslocamentos rápidos, além de eficientes e comprometidos com o meio ambiente e a saúde coletiva, o Fórum deu o seu recado de diferentes modos. Muito mais do que levantar a bandeira do planejamento cicloviário e das ações de educação para o trânsito, a organização do evento, feita pelos membros da ONG Associação Ciclo Urbano, demonstrou amadurecimento.

Essa foi a avaliação da palestrante, Aline Cavalcanti, uma das referências do País quando o assunto é bicicleta como meio de transporte. Jornalista sergipana radicada em São Paulo, onde se descobriu cicloativista, ela não poupou elogios ao evento. “Do ano passado pra cá houve uma evolução notória. Esse ano houve um grande respaldo da mídia local e uma diversidade maior de participantes. Achei muito bacana também os trabalhos apresentados, eles promoveram uma aproximação com a pesquisa e a academia, o que é muito útil para a nossa causa”, afirmou Aline enquanto aproveitava o último dia do Fórum, que transformou a rua Leonardo Leite, no bairro São José, em um espaço de convivência e lazer.

Aline lembrou ainda que, há seis anos, quando fixou residência em São Paulo, o movimento em prol de uma mobilidade sustentável estava apenas começando no Brasil, mas os grupos acabaram seguindo a mesma direção, em uma espécie de intuição coletiva. “Parece que trabalhamos juntos em cidades diferentes. Percebo que o Brasil inteiro está indo no mesmo caminho. Especialmente em Aracaju vejo muito o envolvimento da sociedade civil, o que é muito bonito de se ver. Acho que o que falta ao aracajuano é valorizar a cidade, que é linda, um verdadeiro paraíso. Falta gente aproveitando a rua”, ressalta ela.

Para Aline, outro aspecto notório durante o Fórum foi o grau de articulação que a Ciclo Urbano alcançou ao conseguir manter um canal aberto de diálogo com o poder público. “Aracaju tem uma das mais atuantes e bem articuladas associações do País. Fico muito orgulhosa com o que está acontecendo aqui”, declarou. Ratificando a opinião da jornalista, João Paulo Amaral, um dos idealizadores da Escola Bike Anjo Brasil, também testemunhou a evolução do evento. “Estive presente na primeira edição do Fórum e achei a programação desse ano muito mais completa. Ter o poder público presente e apoiando essas discussões é sempre muito produtivo”, disse ele.

Por ter se hospedado no bairro Aruanda e o local do evento ter sido na Sociedade Semear, no bairro São José, João Paulo teve a oportunidade de circular por diferentes regiões da cidade usando a bicicleta, o que o permitiu traçar um diagnóstico da estrutura cicloviária local. “Não senti nenhum grande problema, mas acho que precisa melhorar até mesmo para encorajar mais pessoas a trocar o carro pela pedalada. Além disso, falta informação para promover a acessibilidade para o turista. Muitas vezes me via em uma rua sem saber que tinha uma ciclovia perto. Em outros casos, tive que subir em um canteiro alto ou atravessar uma passarela para poder acessá-la. O ideal é que o ciclista tenha a mesma facilidade que as pessoas de carro encontram para circular”, analisou João Paulo.

Escola Bike Anjo
Outra grata surpresa para os visitantes foi a Escola Bike Anjo. Coordenado pela ONG Ciclo Urbano, o trabalho segue as mesmas diretrizes da instituição original, sediada em São Paulo. A afirmação veio de Marcos Jana, membro do Bike Anjo São Paulo. “Foi fantástico esse encontro com o pessoal do Bike Anjo Aracaju. Antes, o nosso contato era apenas virtual. Eles nos procuraram para falar sobre o interesse em realizar o projeto e nós enviamos todas as orientações. Mesmo já sabendo que eles tinham conseguido implantar, foi muito gratificante chegar aqui e descobrir que a nossa filosofia é a mesma”, explicou ele.
Marcos conta também que chama a atenção fora do Estado o nível de engajamento alcançado pela Ciclo Urbano. Por esse motivo, a capital sergipana já estava, há algum tempo, na lista de lugares que ansiava conhecer. Quanto às ciclovias que viu por aqui, ele alerta para a necessidade de obras de conservação e sinalização. “Existem áreas de conflito nos cruzamentos. Nesses pontos, quase não há sinalização. Quando tem o favorecido é o carro, quando deveria ser o ciclista, dada a sua vulnerabilidade. Já os motoristas são educados, não tive problemas para circular pela cidade”, assegura.

Membros
Diante do sucesso do Fórum, os membros do Ciclo Urbano têm motivos de sobra para celebrar. “A equipe inteira está de parabéns pela dedicação e esforço antes e durante o evento. Foi lindo! Vamos trabalhar melhor em 2015 e pedalar até o próximo fórum”, declarou Thiago Massas, que cuidou da transmissão on-line, da sonorização e ainda fotografou.

2fsbici 18Também vibrando com o resultado do trabalho, Fabiana Droppa, que assinou toda a comunicação visual do evento, escreveu: “Planejar, (re) pensar e agir coletivamente. Essas foramas palavras que me guiaram durante o 2fsbici. Há um ano eu estava como espectadora no I Fórum Sergipano da Bicicleta. Gostei tanto da proposta que me associei e decidi chegar mais de perto das ações da Ciclo Urbano. Agora, nos quatro dias da programação do Fórum, ficou claro que a motivação – individual e coletiva – fizeram o pedal girar. Foi maravilhosa a oportunidade de ouvir pessoas renomadas, que vivenciam a bicicleta, falando sobre o que acontece em outras cidades. E o que dizer do encerramento? Um dia lúdico, no qual tivemos um pedal cultural que contou a história da nossa Aracaju; depois as pessoas ocuparam a rua, fazendo a Rua Viva, com arte, música boa, pessoas aprendendo a andar de bicicleta e oficina. Tudo isso acontecendo ao mesmo tempo. Sem dúvida, cada momento teve uma mensagem especial e gratificante. Fazer parte de tudo isso é maravilhoso”.

Apoiadores e palestrantes
Colaboraram para a realização do 2⁰ Fórum Sergipano da Bicicleta 124 voluntários que contribuíram com doações em dinheiro através do site catarse. Entre os apoiadores institucionais e patrocinadores estão Bici Clube, Casulo, Ecociclo Bicicletaria, Ecociclismo, J. Andrade Gráfica e Editora, LM Bike, Magazine Bike Show, Peregrinos, RR Bike, SMTT Aracaju, Sociedade Semear, TV Sergipe, além de entidades cicloativistas e sem fins lucrativos, Associação Bike Anjo, BH em Ciclo e Vá de Bike.

Essa união de forças possibilitou a vinda de um time de palestrantes de grande relevância. Contribuiu para o engrandecimento do evento, Altamirando Fernandes Moraes, subsecretário de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro – SMAC – que apresentou o trabalho exitoso que vem sendo realizado pela Prefeitura do Rio ao investir expressivamente em infraestrutura cicloviária, o que confere à cidade título de bike friendly.

2fsbici 33O Fórum recebeu também a jornalista sergipana Aline Cavalcante. Ela vive em São Paulo desde 2008 onde trabalha com questões referentes à mobilidade urbana, ocupação do espaço público e incentivo ao uso seguro da bicicleta nas cidades. Também integra a frente de jovens empreendedores motivados pelo novo momento da bicicleta no Brasil.

Outra palestrante foi Clarisse Cunha Linke, diretora do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento – ITDP Brasil. Durante cinco anos, ela fez parte da diretoria da Bicycling Empowerment Network Namibia, uma organização responsável pela maior rede de distribuições à implementação de empreendimentos sociais na África sub-Saariana. Mestre em Políticas Sociais, ONGs e Desenvolvimento, é vencedora do desafio “Mulheres, Ferramentas e Tecnologia” da Ashoka Changemakers.

Daniel Valença, da Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife, que
tem como principais eixos de ação o fomento ao uso de bicicletas e a democratização das vias públicas; Francisco Navarro, diretor de Planejamento e Sistemas – SMTT Aracaju; João Paulo Amaral, um dos idealizadores do Bike Anjo São Paulo; e Zé Lobo, fundador a Organização Transporte Ativo que, desde 1989 vem defendendo e divulgando o uso das bicicletas na cidade e fora dela completaram o time de palestrantes do evento.

Outra presença marcante foi Valdinei Calvento Junior, o Cabelo, como é conhecido. Designer, ilustrador e artista plástico paulistano que mantém um blog Igual Você (http://igualvoce.wordpress.com/), deixou a sua marca em um dos muros da Sociedade Semear, onde pintou uma de suas ilustrações de tom ativista que convidam a refletir sobre a relação das pessoas com as grandes cidades, mobilidade, sustentabilidade e uma vida mais saudável.

Poder Público
2fsbici 82O presidente da ONG Transporte Ativo do Rio de Janeiro, Zé Lobo, também parabenizou o trabalho desenvolvido pela Ciclo Urbano, e comentou das dificuldades enfrentadas por esses idealistas quando o Poder Público não soma. “Algumas coisas no Rio levaram 20 anos, outras levaram 10 anos, outras menos tempo, isso porque a prefeitura agora tem se sensibilizado quanto ao entendimento de que a bicicleta é importante para a sociedade. Então coisas que levavam cinco ou seis anos, hoje ficam prontas com seis meses. O Poder Público tem vital participação porque é ele que pode desenvolver as grandes obras de mobilidade. É fundamental que eles compreendam essa necessidade de evolução para o espaço para as bicicletas com o crescimento das cidades”.

Zé Lobo apostou ainda que Aracaju pode dar passos largos rumo a mobilidade com o uso da bicicleta. “Aracaju vem engatinhando desde 2005 quanto à questão do ciclista. Eu adoro o trabalho da Ciclo Urbano e acho que o trabalho é esse mesmo: pesquisar e levantar a necessidade do ciclista na cidade. O que trouxe de informações dos projetos do Rio foi mais para motivar, mostrar o que está acontecendo já em outras cidades maiores e mais cheias de conflitos do que aqui, com a visão de que é possível sim termos cidades melhores, mais voltadas para as pessoas”.

O superintendente da SMTT, Nelson Felipe, esteve presente na abertura do evento e na palestra com o secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Altamirando Fernandes Moraes, que apresentou os detalhes do projeto Rio Cidades da Bicicleta. Impressionado com as ideias debatidas no fórum, o superintendente prometeu semelhantes projetos em Aracaju. “Não tenha dúvida que será muita coisa aplicada. Nós já tivemos há alguns meses no Rio de Janeiro, já pegamos inclusive o manual de ciclovias deles, e muita coisa dos nossos projetos estão com base no sucesso do Rio. A roda não precisa ser reinventada, mas precisa ser melhorado seu desenvolvimento. É isso que temos que fazer em Aracaju. Trazer os exemplos para adequar a nossa realidade”, afirmou.

Crescimento
2fsbici 31Na visão do presidente da Ciclo Urbano, Luciano Aranha, a importância da bicicleta de fato cresceu ao olhar dos planejadores urbanos, mas esta muito aquém das suas possibilidades. “Em Aracaju vemos que ainda esta longe o dia em que poderemos comemorar o centésimo quilômetro de ciclovia implantado. Daí a importância de eventos como o 2fsbici, que reforçam o que já é perceptível. A sociedade clama por uma nova cultura da mobilidade, que dê prioridade a formas de circulação coletivas, a pé e de bicicleta integrando em rede os diversos modos de transportes, garantindo a acessibilidade segura e confortável a todos os pontos da cidade”, ressaltou ele.

Analisando a repercussão do Fórum, o presidente se diz satisfeito. “O 2fsbci foi a grande oportunidade de todos os setores da sociedade repensarem a organização, o planejamento da nossa cidade e resgatar ideias voltadas para os espaços de convivência humana. A Ciclo Urbano acredita que, ao usar a bicicleta não apenas como um meio de transporte, mas como um meio de transformação, será possível alcançar uma mobilidade urbana sustentável de verdade. Acreditamos que as cidades que enfrentarem os seus desafios para mobilidade vão dar um salto de desenvolvimento à frente das outras”, declarou Luciano.

Ele ainda acrescenta, “tornar o transporte mais eficiente é uma iniciativa que caminha de mãos dadas com a melhoria da qualidade de vida e a redução da desigualdade, tão necessárias e urgentes em nosso país. Em todo o mundo, as pessoas não querem mais ficar sentadas em seus carros em intermináveis engarrafamentos. Elas querem estar em cidades que proporcionem interações criativas, circulação acessível a todos, em um ambiente saudável e cheio de vida. Temos que agir imediatamente, antes que nossas cidades fiquem sufocadas pelo excesso de veículos particulares. O Segundo Fórum Sergipano da Bicicleta foi elemento de inspiração e motivação para o fortalecimento do movimento em direção à bicicleta em Sergipe”.

 

Contagem realizada nas avenidas Prefeito Heráclito Guimarães Rollemberg e Alexandre Alcino aponta 1679 usuários de bicicleta na região

INFOGRAFICO CONTAGEM 26 DE MAIO

Periodicamente, a ONG Associação Ciclo Urbano realiza uma contagem manual de ciclistas. No dia 26 de maio de 2014, da 6h às 19h, o foco foi o cruzamento das avenidas Prefeito Heráclito Guimarães Rollemberg e a Alexandre Alcino. Esse trecho possui grande movimentação durante todo o dia por ser um importante meio de acesso à Zona de Expansão, ao Aeroporto Internacional Santa Maria e ao Terminal de Recebimento, Abastecimento e Controle de Óleo e Gás da Petrobras – Tecarmo.

As avenidas são uma importante via de acesso de chegada e partida de carros, carroças, caminhões, transporte público e bicicletas para a região mais populosa da cidade de Aracaju, onde concentram-se os bairros Santa Maria, Ponta da Asa, 17 de Março e Prainha. Por ser uma área que se caracteriza por moradias e ocupação por pessoas de baixa renda oriundas de áreas de risco, irregulares e em situação de vulnerabilidade social, possui uma grande quantidade de usuários de bicicleta que fazem o seu deslocamento trabalho-casa/casa-trabalho. Apesar disso, não há infraestrutura cicloviária e de sinalização para ciclistas e pedestres expondo os mesmos a riscos de acidentes no seu percurso.

Durante o período da contagem foi verificado a passagem de 1679 usuários de bicicleta, que representa uma média aproximada de 129 ciclistas por hora. E esse número tende a aumentar, já que se trata de um trecho com o adensamento populacional em curso. Além disso, devido a existência de um fluxo intenso de veículos automotores, o local necessita, de forma imediata, de algum tipo de sinalização orientadora e infraestrutura específica para o ciclista. Desse modo, o conflito automóvel/bicicleta e pedestre/bicicleta poderá ser reduzido, assim como o número de acidentes. “Atualmente, o Governo Federal em parceria com o Governo Estadual, estão realizando uma obra de melhoria da estrutura do Aeroporto Internacional Santa Maria, na qual está inclusa a urbanização do trecho da Avenida Alexandre Alcino com a construção de ciclovia. Esta intervenção será benéfica para uma melhor organização dos modais que circulam no local e oferecerá segurança aos ciclistas e pedestres que transitam por este local”, opina Luciano Aranha, presidente da Ciclo Urbano.

Ele atribui o grande número de utilizadores da bicicleta à má qualidade do transporte público, assim como à economia financeira que a bicicleta proporciona. “Nosso objetivo é levar à Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), a Secretaria Municipal de Transportes (SMTT) e demais órgãos interessados os resultados e discussões deste estudo, permitindo, assim, uma melhor avaliação da área para futuros projetos e intervenções no local”, informa Luciano.

 

Metodologia

A contagem dos ciclistas é realizada por meio do preenchimento de uma planilha na qual contém dados como a área delimitadora das direções, sentidos de chegada e da saída do ciclista no local da pesquisa. Também interessa saber informações complementares, a exemplo do tipo de bicicleta usada (cargueira, serviço e normal), presença de equipamentos de segurança, a ocorrência de carona e o gênero do ciclista. “A contagem manual nos permite quantificar e observar vários itens correspondentes ao deslocamento por bicicletas, assim como o comportamento dos ciclistas que transitam pela região, facilitando assim, a adoção de medidas e ações”, acrescenta o presidente da associação.

Os dados do estudo são confiáveis, pois obedecem a metodologias científicas, respaldadas por pesquisadores e instituições públicas. “Eles demonstram a necessidade da implantação de políticas públicas que promovam melhorias na infraestrutura cicloviária da cidade de Aracaju”, afirma ele.

 Veja o relatório completo!

Curtas metragens abrem programação do II Fórum Sergipano de Bicicleta

ciclocine 2014
Palestras, discussões de ideias, análises de propostas, passeio ciclístico e boas doses de cultura. Isso mesmo, a programação do 20 Fórum Sergipano de Bicicleta, que acontece de 17 a 19 de outubro, foi incrementada com uma lista de curtas metragens que abordam temáticas envolvendo a bicicleta, sob diferentes olhares.

Essa sessão especial de cinema, batizada de Ciclocine, acontece um dia antes da abertura oficial do evento, e dará ao público participante subsídios para os debates que virão nos três dias subsequentes.

Por isso, se está na sua agenda participar do Fórum, marque presença também no Museu da Gente Sergipana, dia 16 de outubro, das 18h às 20h. Confira a programação no http://2fsbici.com.br/evento/programacao/ciclocine/

Lista de curtas

  • O Plantador de Quiabos
  • A Bicicleta
  • A Bicycle Trip
  • Coturnos e Bicicletas
  • Father and Daughter
  • Faz bem andar de bicicleta
  • Rock Shox
  • Go Riding

 

Referências no cicloativismo são presença confirmada no 2º Fórum Sergipana de Bicicleta

IMAGEM HOME SITE 2A organização do Fórum Sergipano de Bicicleta acaba de receber a confirmação de uma presença de peso no evento que acontece de 17 a 19 de outubro: Altamirando Fernandes Moraes, subsecretário de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro – SMAC. Ele estará em Aracaju para apresentar o trabalho exitoso que vem sendo realizado pela Prefeitura do Rio ao investir expressivamente em infraestrutura cicloviária.

Atualmente, o Rio possui a maior malha cicloviária do País e é considerado uma cidade bike friendly, com o título de capital brasileira desse modal. Seu sistema cicloviário com 371 km de extensão. A meta é chegar a 2016 com 450 km. Além disso, o Rio de Janeiro foi a primeira cidade do Brasil a ter um mapa cartilha cicloviário. “Por todo esse histórico, Altamirando tem muito a contribuir com o evento. Queremos trazer para Aracaju todo o resultado dessa experiência valiosa para a ciclimobilidade”, destaca Luciano Aranha, presidente da ONG Ciclo Urbano, responsável pela realização do Fórum.

Além de Altamirando, o Fórum recebe a jornalista sergipana Aline Cavalcante. Ela vive em São Paulo desde 2008 onde trabalha com questões referentes à mobilidade urbana, ocupação de espaço público e incentivo ao uso seguro da bicicleta nas cidades. Também integra a frente de jovens empreendedores motivados pelo novo momento da bicicleta no Brasil.

Outra palestrante é Clarisse Cunha Linke, diretora do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento – ITDP Brasil. Durante cinco anos, ela fez parte da diretoria da Bicycling Empowerment Network Namibia, uma organização responsável pela maior rede de distribuições à implementação de empreendimentos sociais na África sub-Saariana. Mestre em Políticas Sociais, ONGs e Desenvolvimento, é vencedora do desafio “Mulheres, Ferramentas e Tecnologia” da Ashoka Changemakers.

Daniel Valença, da Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife, que tem como principais eixos de ação o fomento ao uso de bicicletas e a democratização das vias públicas; Francisco Navarro, diretor de Planejamento e Sistemas – SMTT Aracaju; João Paulo Amaral, um dos idealizadores do Bike Anjo São Paulo; Valdinei Calvento Junior, o Cabelo, como é conhecido, é designer, ilustrador e artista plástico paulistano que mantém um blog Igual Você (http://igualvoce.wordpress.com/). Suas ilustrações possuem um tom ativista que convidam a refletir sobre a relação das pessoas com as grandes cidades, mobilidade, sustentabilidade e uma vida mais saudável; e Zé Lobo, fundador a Organização Transporte Ativo que, desde 1989 vem defendendo e divulgando o uso das bicicletas na cidade e fora dela completam o time de palestrantes do evento.

 

Programação

Tais palestras estarão distribuídas entre os três dias do evento, 17 a 19 de outubro, que prometem ser bastante movimentados. No que depender da Ciclo Urbano, o ritmo das atividades dessa segunda edição do Fórum será ainda mais intenso que as do ano anterior, avisa Luciano. “O 2º Fórum Sergipano da Bicicleta – 2fsbici – reúne muitos palestrantes entre especialistas, técnicos, ciclistas em geral, cicloativistas, representantes de prefeituras brasileiras, ONGs, para trocar experiências, ensinar dicas e discutir os rumos da bicicleta no Brasil”, ressalta ele. As atividades vão desde palestras mais teóricas a uma feira da bicicleta, além da apresentação de trabalhos, exibição de filmes e um passeio ciclístico pelo centro histórico de Aracaju (confira programação completa http://2fsbici.com.br/evento/programacao/).

 

Apoiadores

A realização do segundo Fórum Sergipano da Bicicleta está prestes a ser tornar realidade graças às doações e ao trabalho voluntário de muitas pessoas. “Durante 40 dias recebemos doações na nossa vaquinha virtual pelo site Catarse (http://www.catarse.me/pt/2fsbici). Além disso, estamos recebendo apoios empresariais e do poder público”, ressalta o presidente da Ciclo Urbano.

Entre os apoiadores institucionais e patrocinadores estão Bici Clube, Casulo, Ecociiclo Bicicletaria, Ecociclismo, J. Andrade – Gráfica Editora, LM Bike, Magazine Bike Show, Peregrinos, RR Bike, Sesi, SMTT Aracaju, Sociedade Semear, TV Sergipe, entidades cicloativistas e sem fins lucrativos, Associação Bike Anjo, BH em Ciclo e Vá de Bike.

Já o Catarse contou com a participação de 124 pessoas. Cada uma delas contribuiu com quantias diferentes que foram igualmente importantes para a superação da meta pretendida pela organização do evento. “Nosso ideal era atingir R$ 9 mil, mas chegamos a R$ 9.733,00. Esse dinheiro será muito útil para o pagamento das despesas com os palestrantes convidados e demais necessidades do evento. Agradecemos muito aos que puderam se somar a esse esforço em prol dessa causa tão importante para a cidade como um todo”, diz Luciano Aranha lembrando que o nome todos, um a um, está no site do evento, no menu Apoiadores (http://2fsbici.com.br/apoiadores/ ).

 

 

 

 

Ciclo Urbano comemora sete anos com pedalada e sorteio

CICLO URBANO 7 ANOS cover

Sete anos de passaram desde que José Waldson, Fabrício Lacerda, Carolina Vasconcelos e Felippe César resolveram fundar a Associação Ciclo Urbano. À época, a ideia era fazer com que a capital sergipana tivesse um grupo para pensar e agir em prol da mobilidade urbana sustentável, que não contemplasse somente a locomoção de veículos, mas de pessoas. E ainda é essa a principal luta da ONG: promover à utilização da bicicleta, como também o uso de outras formas de locomoção e transporte movido à propulsão humana, com integração ao transporte público motorizado.

Com o passar dos anos, o grupo aumentou e assumiu importantes responsabilidades que visam fiscalizar e promover melhorias na qualidade e eficiência dos meios de transporte na cidade de Aracaju. Desse modo, atuando por meio de profissionais voluntários, a Ciclo Urbano chega ao aniversário de sete anos com muitos motivos para comemorar. “Agora, estamos na reta final, no desenvolvimento de vários projetos: ciclorrotas, Pesquisa Origem/Destino, Contagem de Ciclistas, Bike Anjo, Mapa Cicloviário, Ciclovia da Vila Cristina, Instalação de Bicicletários e o 2FSBICI – Fórum Sergipano da Bicicleta”, ressalta Luciano Aranha, presidente

Para festejar a data, a ONG reúne os seus integrantes para fazer o que mais gostam, um passeio ciclístico. Logo após haverá o sorteio de uma bicicleta Dawa. A concentração para a pedalada acontece a partir das 19h, no calçadão do bairro 13 de Julho. Às 20h, acontece o sorteio. Os concorrentes são as 116 pessoas que acreditaram e contribuíram financeiramente para a realização do II Fórum Sergipano da Bicicleta, evento que acontece de 17 a 19 de outubro, na Sociedade Semear.

 

Sétimo Desafio Intermodal consagra a bicicleta como meio de transporte mais eficiente

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Está provado: a bicicleta é mesmo o transporte individual mais eficiente para a mobilidade urbana. A constatação vem do resultado de mais um Desafio Intermodal promovido pela ONG Ciclo Urbano, no início da noite da última terça-feira, 16. Essa foi a sétima edição do estudo realizado na cidade de Aracaju que aponta a pedalada como a opção de deslocamento mais rápida. Isso sem citar outros importantes quesitos que conferem atratividade extra à modalidade, que é econômica, salutar e lúdica.

Para chegar a tais conclusões bastou conferir o relógio e fazer uma rápida entrevista com os participantes, no ponto de chegada. “Senti-me irritado por não conseguir agilizar a viagem, é impossível trafegar a mais de 40 km/h. O trânsito é estressante”, disse o desafiante que optou pelo automóvel Waldson Costa, levando quase 40 minutos para se deslocar da praça Olímpio Campos, no Centro, ao Teatro Tobias Barreto, no Distrito Industrial de Aracaju, pontos inicial e final do Desafio 2014.

Ao seu lado, com pouco mais de 15 minutos após ter deixando o mesmo ponto de partida, o ciclista Rafael Barbosa, que usou as vias rápidas, já descansava do trajeto. Além de ser um exercício, a pedalada que o poupa dos entraves do trânsito acabou sendo um momento de relaxamento das tensões do trabalho. Essa diferença de tempo e estado de espírito faz toda a diferença no dia a dia, afirmam as ciclistas que optaram pelas vias calmas Rosana Adrião e Magda Celine.

De acordo com elas, que não usaram as ciclovias para o percurso, os momentos mais delicados ocorreram nos cruzamentos com as grandes avenidas. Nesses pontos observa-se um desrespeito dos motoristas com o ciclista, relata Rosana. “Todos querem passar ao mesmo tempo”, diz ela. Outro ponto de perigo são os desníveis das vias. “Por não haver nivelamento, o risco de acidente é maior, por isso, é preciso guiar defensivamente, com olho nos automóveis e nos obstáculos da rua”, queixa-se Magda.

Analisando as demais formas de locomoção testadas no Desafio, da qual participaram nove modalidades no total – pedestre caminhando e correndo, motocicleta, automóvel, ônibus, ciclistas que utilizaram vias calmas (masculino e feminino), vias rápidas e bicicleta elétrica – os tempos alcançados pelos ciclistas se mantiveram bastante superiores.

Para cumprir a distância de seis quilômetros que separam a praça Olímpio Campos do Teatro Tobias Barreto, o ciclista mais lento, que optou pelas vias calmas (feminino), levou 28’ 22”, o que representa 11’ 22” a menos que quem fez o mesmo trajeto de ônibus, que levou 39’ 44” para chegar ao mesmo ponto.

O ônibus, meio de transporte coletivo, que na teoria deveria ter prioridade no deslocamento, chegou à frente apenas do pedestre que optou pela caminhada, cumprindo o desafio em 45’ 30” (confira abaixo o gráfico com todos os tempos). “Até que não foi difícil embarcar no ônibus. Dei sorte de chegar ao ponto e já está parando a linha que iria pegar, mas a falta de fluidez no trânsito torna as viagens muito mais demoradas e cansativas. A implantação de vias exclusivas para o transporte coletivo proporcionaria um serviço muito mais dinâmico, atendendo às necessidades da população”, declarou Fabiana Droppa. Ela dividiu com o vereador Lucas Aribé e outras duas pessoas a experiência de viajar de ônibus no horário de pico.

 

Prioridade

A análise dos números aponta para duas verdades que muitos países já descobriram: o transporte coletivo precisa de prioridade nas vias e a ciclomobilidade de incentivos para se tornar uma opção segura de transporte. “Falta educação no trânsito para que as pessoas respeitem quem utiliza a bicicleta. Além da infraestrutura para o trânsito de bicicletas em Aracaju ser deficiente, a utilização das ciclovias, dos acostamentos e dos caminhos alternativos, fora das grandes avenidas, tem poupado muito o tempo dos ciclistas. Fora a grande agilidade e mobilidade, andar de bicicleta é econômico. As bicicletas são um meio de locomoção ecológico, pois não emitem poluentes. Desse modo, contribuem para melhorar as condições de vida de todos. Enfim, a bicicleta é tudo de bom”, finaliza Luciano Aranha, presidente da Ciclo Urbano. Ele explica que o objetivo do Desafio não é promover uma competição, mas uma análise sobre as diferentes formas de deslocamento, a fim de que sejam observadas situações como o tempo de trajeto, entraves e facilidades de cada meio utilizado.

Os resultados desse estudo serão levados às autoridades municipais e colocados em discussão durante o II Fórum Sergipano da Bicicleta que acontece de 17 a 19 de outubro, na Sociedade Semear. Na programação do evento estão palestras, oficinas, workshops, pedaladas, festas e sessões temáticas de cinema. Durante os três dias do evento, professores, jornalistas, engenheiros, arquitetos e ativistas de todo o Brasil estarão debruçados sobre o tema “Um movimento em direção à bicicleta”. A ideia é reforçar os conceitos do cicloativismo, que já alcança ecos em muitas cidades brasileiras nas quais a bicicleta já é apontada como um dos caminhos mais curtos, econômicos e saudáveis de deslocamento.

 

MODAL

HORA DE CHEGADA TEMPO DE DESLOCAMENTO ÍNDICE DE APROVEITAMENTO* DISTÂNCIA (m)*** VELOCIDADE MÉDIA (km/h)

PEDESTRE CAMINHANDO

19:00:30 00:45:30 9 6.000

7,91

PEDESTRE CORRENDO

18:50:58

00:35:58 6 6.000

10,01

CICLISTA – VIAS RÁPIDAS

18:30:27 00:15:27 1 6.000

23,30

CICLISTA – VIAS CALMAS (M)

18:41:15

00:26:15 4 6.000

13,71

CICLISTA – VIAS CALMAS (F)

18:43:22

00:28:22 5 6.000

12,69

CICLISTA – ELETRICA

18:31:28

00:16:28 2 6.000

21,86

MOTOCICLISTA

18:37:25

00:22:25 3 6.000

16,06

AUTOMÓVEL

18:52:21

00:37:21 7 6.000

9,64

DEFICIENTE VISUAL + ÔNIBUS

18:54:44 00:39:44 8 6.000

9,06

 

 

 

 

 

 

Atingimos a meta no Catarse!

META ATINGIDA

Ontem, 19,  por volta das 22h, a dois dias do fim do prazo, conseguimos arrecadar 100% do valor pedido no Catarse! 102 pessoas acreditaram no II Fórum Sergipano da Bicicleta e contribuíram para fazê-lo acontecer! Nosso muito obrigado a todos vocês que colaboraram, e a todos que espalharam a notícia por aí.

Mostramos mais uma vez a força da colaboração!

Agora é partir para frente e continuar na preparação do #2fsbici (e das suas recompensas, é claro!).

Um grande abraço da equipe da ONG Ciclo Urbano

Qual o melhor veículo para se locomover na cidade?

Para avaliar a mobilidade na cidade a ONG Ciclo Urbano promove hoje o 7° Desafio Intermodal em Aracaju .

Justamente no horário em que milhares de aracajuanos estão no trânsito, na hora do rush, a Ciclo Urbano promove um desafio para medir a eficiência dos meios de transportes utilizados pela população no seu dia a dia.

Diversos meios de transporte, saindo ao mesmo tempo de um ponto “A”, na hora do rush, rumo a um ponto “B”. Não se trata de uma corrida, todos deverão se locomover normalmente, como fazem todos os dias.

As regras são simples: os participantes sairão da  Praça Olímpio Campos, em frete do Palácio Museu Olímpio Campos rumo ao Teatro Tobias Barreto, sempre respeitando as leis de trânsito e as regras de segurança de cada modal.

Os participantes que estiverem de carro, bicicleta e moto sairão a pé do ponto A para buscar seus veículos estacionados, devendo também estacioná-los ao chegar no ponto B, dirigirindo-se ao local do encontro a pé.

MODAIS PARTICIPANTES

  • Bicicleta
  • Carro
  • Moto
  • Ônibus
  • Pedestre a pé
  • Pedestre correndo
  • Skate
  • Bicicleta Elétrica
  • Deficiente Visual (+Ônibus)
  • Pessoa com Mobilidade Reduzida/Cadeirante (+Ônibus)

Objetivos 

Avaliar e comparar os resultados dos modais, quanto:

  • ao tempo gasto,
  • ao combustível consumido (tipo e quantidade),
  • a quantidade de poluente emitida,
  • ao dinheiro gasto no deslocamento.

A iniciativa busca:

  • Dar visibilidade às leis de incentivo ao transporte alternativo, limpo e sustentável;
  • Mostrar os benefícios do uso da bicicleta e do caminhar como meios de deslocamento nas cidades;
  • Proporcionar condições seguras e favoráveis para todos no trânsito;
  • Mostrar o quanto cada meio de transporte contribui, ou não, para a poluição do nosso ambiente;
  • Coletar dados importantes para auxiliar a Prefeitura na elaboração da política sobre mobilidade na cidade.

 

Prorrogadas inscrições dos artigos a serem apresentados no II Fórum Sergipano da Bicicleta

trabalhos fsbici

A Organização do II Fórum Sergipano da Bicicleta acaba de anunciar a prorrogação do prazo de inscrição dos artigos relacionados à ciclomobilidade a serem apresentados no evento. Os interessados devem enviar, até 21 de setembro, o artigo e um breve currículo do autor.

No dia 29 de desse mês, acontece a divulgação dos trabalhos no hotsite do evento (http://2fsbici.com.br/), juntamente com suas respectivas datas de apresentação. Essas e outras informações podem ser acessadas no link http://2fsbici.com.br/evento/trabalhos/.

Participe! Traga a sua ideia e contribua para esse importante debate. Nosso encontro está marcado para acontecer de 17 a 19 de outubro, na Sociedade Semear. Tanto a inscrição e a participação serão inteiramente gratuitas. A organização pede somente a observação da ética e que sejam escolhidos temas específicos para fortalecer o debate durante o Fórum, evitando-se discorrer sobre temas genéricos.

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