04nov/07

Quanto Mais Poluir Melhor

Mais um Comercial de carro, mais potente, mais veloz e mais poluente. Feitos para andar na ciadade, transformando-na em uma verdadeira pista de corrida, “os pedestres que se danem ele não merece andar na cidade.”

As cidades e suas ruas já não tem mais espaço para ele, mas esse carro é diferente, ele anda pelos prédios, em baixo dos viadutos, assim escapando dos engarrafamentos, pura ilusão de liberdade. Onde infelizmente os usuários cheio de testosterona, na grande maior parte, acreditam fielmente nos comerciais e cheios de alcool no sangue tentam seguir o que vê na TV. E na Segunda feira voce é bombardeado pelas noticias relacionadas aos “acidentes de trânsito”, ou melhor dizendo “acidentes de carro”, não pode denegrir a imagem do automóvel, afinal de contas ele da “liberdade” as pessoas, status.

Outro dia atravessando a faixa de pedestre onde possui um semáforo de acionamento manual um veículo em alta velocidade se recusa a parar e avisa dando jogo de luz, eu aponto o sinal vermelho e ele para completar sua ignorância agride visualmente ultrapassando o semáforo, é engraçado que os usuários dos automóveis esquecem que também são pedestres, ao menos 2 vezes, antes e depois e entrar ou sair do seu veículo, porém o durante fala mais alto, a pessoa se transforma, se torna indestrutível até porque ela nunca acredita que possa acontecer um acidente com ela, do mesmo jeito que seu amigo sofreu e faleceu em um acidente.”

No País de hoje fica cada vez mais difícil você encontrar uma pessoa que não conheça alguem que ja morreu em um “acidente de carro” ou “motocicleta”. Pior ainda é quando mata pessoas inocentes nos pontos de ônibus e nas calçadas.

31out/07

Número de mortes em “acidentes de trânsito” cresce 9% em três anos.

É até engraçado esse termo “acidentes de trânsito”, será que é para encobrir o valor simbólico que o carro tem? para não assustar as pessoas? numa sociedade capitalista onde o lucro e o dinheiro vem acima de todas coisas. Vamos chamar então “ACIDENTES DE CARRO”.

O número de mortes em “acidentes” aumentou 9% em três anos, segundo dados de avaliação do Ministério da Saúde apresentados nesta quarta-feira. De acordo com o levantamento, 32.753 pessoas morreram em conseqüência dos acidentes em 2002, enquanto o número subiu para 35.753 em 2005.

Ainda segundo o levantamento, em 2005, a maioria das vítimas tinha entre 20 e 39 anos (45%). O ministério afirma que, entre os adolescentes, o acidente de trânsito já é a segunda principal causa de morte –seguida pelos homicídios–, com 3.976 mortes no mesmo ano –as vítimas tinham entre dez e 19 anos.

Em 2006, as internações de 123.061 vítimas de acidentes no SUS (Sistema Único de Saúde (SUS) custaram R$ 118 milhões. A maioria das internações ocorreu por atropelamentos (41.517), seguidos pelos acidentes com motociclistas (34.767).

Álcool e velocidade

O Ministério da Saúde afirma que as principais causas dos acidentes estão relacionadas ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, alta velocidade, não uso de capacetes ou de cinto de segurança e problemas na infra-estrutura de rodovias e vias públicas.

Os dados, apresentados pelo secretário de Vigilância em Saúde, Gerson Penna, apontam que houve uma reversão da tendência de queda no número de mortes observada a partir de 1998, reflexo do novo Código de Trânsito Brasileiro.

A divulgação dos números integra os eventos da Primeira Semana Mundial das Nações Unidas de Segurança no Trânsito da Organização Mundial da Saúde (OMS), iniciada na segunda-feira (23).

Em todo o mundo, os acidentes de trânsito causam, atualmente, mais de um milhão mortes por ano. Os jovens representam a maioria das vítimas. O alto índice de mortalidade é considerado um problema de saúde pública em diversos países.
Os acidentes No Brasil
2002 : 32.753
2005 : 35.753
Diferença : +9%
Sétima maior causa de mortes no Brasil
Municípios com menos de 100 mil habitantes
1990 : 9.998
2005 : 17.191
Diferença : + 72%

Nos grandes municípios, o número de óbitos subiu 5%.
Faixas etárias mais afetadas
20 aos 39 : 45%
40 aos 59 : 26%
Total ; 25.375 (85% homens)
Jovens e adolescentes

“Acidentes de Trânsito” é a 2ª principal causa de morte no Brasil (perde apenas para homicídios)
Em 2005, 3.976 pessoas entre 18 e 29 anos morreram
Santa Catarina lidera o ranking de mortalidade de jovens em acidentes de trânsito no Brasil. São 32,9 óbitos para cada 100 mil habitantes no Estado. Esses jovens têm entre 18 e 29 anos.

Veículos
O risco de morte de jovens entre 15 e 24 anos em acidentes com motocicletas é maior do que para os outros meios de transporte.

Em 2005, 2.284 motociclistas morreram, número que representou quase duas vezes o risco de morte em atropelamento.
Internações no SUS
Em 2006 : 123.061 pessoas
Custo : R$ 118 milhões
Maiores causas
Atropelamentos : 41.517
Acidentes com motos : 34.767

Principais motivos
Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
Alta velocidade
Não uso de capacetes ou de cinto de segurança
Problemas na infra-estrutura de rodovias e vias públicas
Impacto socioeconômico
Estimado em R$ 24,6 bilhões

Relacionados à:

Perda de produção em razão da morte das pessoas
Interrupção das atividades das vítimas
Custos com os cuidados em saúde
Gastos associados aos veículos
Além dos custos diretos, há vários outros, como a desestruturação familiar e pessoal.
Fonte: Diário Catarinense
26out/07

Bem Vindo a Associação Ciclo Urbano

Usuários de bicicletas e afins com a nova concepção sobre a locomoção de pessoas e mercadorias, pautada nos conceitos de trânsito, transporte e de Mobilidade Urbana Sustentável.
Temos como onjetivo contribuir para a melhoria da saúde das cidades, da população, preservando o meioambiente e criando novas oportunidades de trabalho, emprego e renda.
Difundir a cultura dos veículos à propulsão humana, defendendo e promovendo seus direitos e deveres, desenvolvendo projetos e atividades de cunho educativo, cultural, ecológico e social sempre visando uma maior e melhor utilização dos Transportes Ativos, em parceria com a iniciativa privada e o governo. Reintegrando excluídos através de cursos profissionalizantes; reciclando bicicletas e equipamentos; desenvolvendo cartilhas e mapas; estando atento e estimulando o cumprimento da legislação; promovendo a intermodalidade e construindo cenários de discussão incentivando a cultura e os benefícios dos Meios de Transporte à Propulsão Humana.

Organizar, junto com a sociedade e instituições públicas e privadas, formas de refletir sobre a eqüidade urbana, com o enfoque na adoção e construção de políticas públicas e novas estruturas físicas que garantam formas e/ou meios seguros da mobilidade sobre a propulsão humana na cidade.